Caminho confuso? Descobre as 3 fases essenciais para o equilibrar


Inadvertidamente, esta afirmação pode tornar-se num hábito procrastinador. Sendo o recurso a ela, ainda que pouco consciente para muitos, para minimizar o impacto da incerteza que está a ser sentido. Aqui podem acontecer duas coisas. Uma delas é permanecer na estagnação, sem saber para onde ir, o que fazer, que caminho percorrer. “Deixo-me ficar onde estou e acredito que tudo fica bem.” De forma pouco consciente, a pessoa, espera que seja algo externo a resolver a situação, não estando verdadeiramente disposta a fazer algo diferente do que tem feito até então. E sendo pouco consciente, ela não tem noção da sua pouca disposição para a mudança.

A outra coisa que pode ocorrer é iniciar uma busca para preencher essa incerteza. Procurar fora a resposta para tamanha sensação de incerteza. Acabando por estabelecer objetivos pouco ou nada alinhados com os valores, crenças e convicções da pessoa. Tanto num cenário como no outro, a sensação de bloqueio e estagnação será intensificada com o tempo. Pois a motivação base é eliminar a incerteza, indo ao efeito e não à causa da sensação.

O risco de percorrer um caminho pouco claro é grande. Nesta abordagem prevalece o fazer para ter. Neste FAZER a incerteza dá lugar à esperança de que ao TER, a sensação de vazio, apego emocional e medo – desapareçam. Infelizmente, viver numa abordagem de FAZER para TER e só depois pensar em SER, trás consequência dramáticas para a vida daqueles que optam por viver desta forma. Muitos acabam por alcançar o que desejaram (TER) e sentem-se derrotados, pois continuam desalinhados com quem são (SER).

A consequência é um aumento de ansiedade, stress, baixo estado emocional, tornando a queixa um hábito constante. Por stress, refiro-me a uma fraqueza interior, sensação de impotência e conflito interno. Aqui o desequilíbrio toma vantagem e em momentos-chave, tudo é colocado em questão. Estas questões, vindas do lado emocional, dão ainda mais força à incerteza e descrença na pessoa que é.

Se desejas descobrir o que te inspira. Sentir segurança no caminho que está a ser percorrido, e assim recuperar o teu equilíbrio pessoal, terás de realizar o caminho de forma diferente. Ser, Fazer para Ter. Estas três fases garantem o equilíbrio, realização e satisfação pessoal.

(SER) Esta é a fase mais importante do teu caminho. Pois é ela que garante o sucesso da tua jornada. Nesta fase irás dar resposta às tuas questões e descobrir o que falhou até ao momento. Descobrirás a causa do teu desequilíbrio e terás acesso à chave certa para abrir a porta do que necessitas libertar. Nesta fase, tudo fará ainda mais sentido para ti.

(FAZER) Quando compreendes o que falhou até ao momento e o porquê de ter falhado, o caminho torna-se claro, a porta abre-se, e compreendes pela primeira vez o que necessitas de  FAZER. Nesta fase, o fazer está alinhado contigo, com a pessoa que és, com valores, crenças e convicções. O caminho é seguro e fazes o percurso com serenidade e certeza.

(TER) Aqui, chegas ao teu objetivo. Descobres que mais importante do que aquilo que alcançaste é a pessoa em que te tornas-te para o alcançar. Compreendes que todo o caminho foi percorrido com serenidade, certeza e confiança. Que aquilo que alcançaste está alinhado com quem és. Estás em equilíbrio.

Ao passares por cada uma destas fases, compreendes como é simples chegar onde desejas. Compreendes que apesar dos desafios o caminho é sereno, confiável e certo. Quando trocas as voltas ao caminho, ou procuras saltar fases, tornas o percurso confuso, baço, sofrido e nada prazeroso. Alcanças o teu desejo, mas a insatisfação é maior do que aquela que sentias quando iniciaste o caminho.

Se não sabes o que é percorrer um caminho sereno, confiável e com certeza, está na altura de descobrires! A Vida é muito mais do que aquela que agora vives!

Ana Rita Costa Coach Transformacional

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